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Meio Ambiente

Sustentada em seus três pilares – PROjetos, GEstão e PLANejamento – a PROGEPLAN Engenharia e Meio Ambiente atua no desenvolvimento e execução de Estudos e Projetos de engenharia e meio ambiente ligados aos setores Industrial, Elétrico, Infraestrutura, Mineração, Agronegócio e Urbano.
O embasamento dos trabalhos da equipe PROGEPLAN advém da experiência colhida ao longo de vários anos de atuação em empresas públicas e privadas de diversos setores da engenharia e do meio ambiente.
A PROGEPLAN oferece consultoria e assessoria especializadas, independentemente do porte do empreendimento, nas seguintes áreas:

  • Gestão e Planejamento

  • Estudos e Projetos de Engenharia

  • Licenciamento Ambiental

  • Monitoramento Ambiental

  • Tecnologia e Certificação Ambiental

  • Energia

  • Parcelamento de Solo Urbano/Loteamento

  • Recursos Hídricos

  • Planejamento Territorial

  • Gerenciamento de Resíduos

  • Saneamento Ambiental

  • Viabilidade de Empreendimentos

  • Agronegócios

  • Infraestrutura

  • Mineração e Indústria

  • Apoio à Gestão Governamental e Institucional

  • Perícia e Auditoria Ambiental

Serviços Oferecidos

Tecnicamente as obras de infraestruturas consideradas de grande vulto, devem ser precedidas de Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental - EVTEA, que por sua vez, precede aos Estudos Ambientais e aos Projetos de Engenharia. Ler +

Estudo e Relatório de Impacto Ambiental - EIA/RIMA

O Estudo de Impacto Ambiental - EIA e respectivo Relatório de Impacto Ambiental - RIMA são obrigatórios no âmbito dos empreendimentos potencialmente poluidores e atividades impactantes, conforme preconizado pela Resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA nº 001/86), sendo solicitado durante a Licença Prévia (LP). Ler +
Segundo o Estatuto das Cidades (Lei nº 10.257/2001), os estudos de vizinhança - Estudo de Impacto de Vizinhança - EIV e Relatório de Impacto de Vizinhança - RIV- são instrumentos de planejamento e controle urbano, que analisa os impactos de novos parcelamentos e empreendimentos na cidade como níveis de ruído, sombreamento, ventilação, trânsito, uso de equipamentos públicos, aumento da população, dentre outros aspectos. Ler +
Tem como objetivo avaliar a situação ambiental de uma determinada bacia hidrográfica frente aos empreendimentos hidrelétricos inventariados e previstos, considerando-se seus efeitos cumulativos e sinérgicos sobre os recursos naturais e sociais, e os usos atuais e potenciais dos recursos hídricos no horizonte atual e futuro de planejamento. Ler +
São desenvolvidos para subsidiar decisões estratégicas ligadas à viabilidade locacional de empreendimentos, em especial aqueles com elevada utilização de recursos naturais. Os estudos locacionais levam em sua metodologia uma análise diversificada dos parâmetros associados ao meio ambiente. Ler +
É um documento que descreve o processo de avaliação dos impactos ambientais (positivos e negativos) de ações estratégicas decorrentes dos níveis decisórios governamentais, sendo que esse estudo deve preceder a fase de desenvolvimento dos projetos específicos e de engenharia. Ler +
Procura-se avaliar as condições de suporte dos meios natural e antrópico, em nível de bacia hidrográfica e do ponto de vista de sua capacidade para receber um conjunto dos aproveitamentos hidrelétricos que compõem a alternativa de divisão de queda selecionada. Ler +

Estudos de Avaliação de Risco Ambiental

Podem ser definidos como um processo de estimativa de probabilidade de ocorrência de um determinado acontecimento e a provável magnitude de efeitos adversos sobre a segurança, saúde, econômica e meio ambiente durante um determinado período de tempo. Ler +
Tem como objetivo conceber e analisar várias alternativas de divisão de queda para a bacia hidrográfica, formadas por um conjunto de projetos, comparadas entre si, visando selecionar aquela alternativa que apresente melhor equilíbrio entre os custos de implantação, benefícios energéticos e impactos socioambientais. Ler +
As ferramentas computacionais para Geoprocessamento, chamadas de Sistemas de Informação Geográfica (SIG), permitem realizar análises complexas, ao integrar dados de diversas fontes e ao criar bancos de dados georreferenciados. Tornam ainda possível automatizar a produção de documentos cartográficos. Ler +
Visa orientar o uso e ocupação do solo, buscando potencializar o desenvolvimento econômico regional em diversos setores (turismo, lazer, pesca, agricultura e pecuária), melhorando a qualidade de vida da população. No sentido amplo, o PACUERA objetiva a preservação da paisagem e da biodiversidade regional como metas a serem alcançadas. Ler +
É o detalhamento de todas as medidas mitigadoras e compensatórias e dos programas ambientais propostos no EIA/RIMA e compõe o processo de Licença de Instalação (LI) do empreendimento. Ler +
Com base na Resolução nº 306/2004 da ANVISA e a Resolução nº 358/2005 do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente), resíduos de serviços de saúde são todos aqueles provenientes de quaisquer serviços relacionados com o atendimento a saúde humana ou animal. Ler +
É o documento integrante do processo de licenciamento ambiental, que aponta e descreve as ações relativas ao seu manejo, contemplando os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, transporte, tratamento e disposição final, bem como a proteção à saúde pública e ao meio ambiente. Ler +
No âmbito do Gerenciamento Integrado de Bacias Hidrográficas as medidas de prevenção são as melhores aliadas, sobretudo porque esse gerenciamento deve ser planejado com objetivos de longo prazo, pois medidas preventivas são menos dispendiosas do que as corretivas. Ler +
O Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC (Lei nº 9.985/2000), regulamentado pelo Decreto nº 4.340/2002, surgiu da necessidade de estabelecer critérios e normas para criar, implantar e gerir as Unidades de Conservação. Ler +
O PRAD foi instituído pelo Decreto Federal nº 97.632/1989, que define em seu Artigo Primeiro: "Os empreendimentos que se destinam à exploração dos recursos minerais deverão, quando da apresentação do Estudo de Impacto Ambiental - EIA e do Relatório de Impacto Ambiental - RIMA, submeter à aprovação do órgão ambiental competente, plano de recuperação de áreas degradadas". Ler +
É um conjunto de estudos que objetivam conhecer a situação atual do estado ou município e planejar as ações e alternativas para a universalização dos serviços públicos de saneamento. O plano é um instrumento estratégico de planejamento e gestão participativa previsto nas premissas da Lei nº 11.445/2007. Ler +
Paralelamente, a Agência Nacional de Águas (ANA) publicou duas resoluções a respeito do Plano de Segurança de Barragem - PSB. A resolução nº 742/2011, que trata das inspeções de segurança regulares de barragens, estabelecendo sua periodicidade, qualificação da equipe responsável, conteúdo mínimo e nível de detalhamento. Ler +
São exigidos para empreendimentos e atividades que não tem grande capacidade de gerar impactos ambientais. Porém, a estruturação dos documentos possui escopo semelhante ao do Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), no entanto, não são demandados altos níveis de especificidade em suas elaborações. Ler +
O Projeto Básico - PB deve ser submetido à aprovação da ANEEL para obtenção da autorização/concessão para exploração do aproveitamento hidrelétrico. Os procedimentos recomendados nas diretrizes têm caráter geral, não dependem do tipo de pessoa jurídica (empresa estatal, privada, etc.) que vai realizar o empreendimento hidrelétrico, e independem da destinação da energia a ser gerada pelo potencial (autoprodução, produção independente e serviço público). Ler +
A ocupação desordenada e a falta de planejamento governamental são as principais causas dos deslizamentos de terra no Brasil. A solução dessas questões reduziria o número de vítimas e os prejuízos gerados aos cofres públicos, já que nem sempre há solução técnica viável para ocupação segura em determinadas áreas de risco a deslizamentos. Ler +
A implantação de espaços urbanos e de empreendimentos imobiliários reflete em transformações significativas no âmbito das cidades, das populações e do meio ambiente. Nesse contexto, pode-se afirmar que as transformações urbanas são de múltiplas ordens: sociais, econômicas, territoriais, ambientais, culturais, políticas e institucionais. Ler +
Objetiva construir elementos para a análise da viabilidade ambiental de empreendimentos ou atividades potencialmente poluidoras. Trata-se de um estudo técnico exigido na fase de Licença Previa (LP), e deve ser elaborado por uma equipe multidisciplinar e legalmente habilitada no órgão profissional de classe. Ler +
O Relatório de Impacto Ambiental Complementar - RIAC é um instrumento de avaliação do impacto ambiental de empreendimentos, atividades e projetos no âmbito do Distrito Federal, prevista no art. 289, § 6º, da Lei Orgânica do Distrito Federal. Ler +
É um estudo qualitativo, realizado por uma equipe de especialistas, abrangendo os impactos a serem causados por um determinado empreendimento. O RAP é um instrumento de análise da viabilidade ambiental de empreendimentos ou atividades considerados causadores de degradação ambiental potencial ou efetiva. Ler +
É um documento que objetiva conhecer, avaliar, quantificar e delimitar os impactos ambientais negativos oriundos da implantação e operação de empreendimento considerado polo gerador de tráfego, analisando-se, principalmente, os impactos ocasionados no sistema viário, na vizinhança e na circulação urbana local. Ler +
É o conjunto de diretrizes adaptadas para a implementação de uma política ambiental numa determinada empresa ou unidade produtiva que especifica competências, comportamentos, procedimentos e exigências a fim de avaliar e controlar os impactos ambientais de suas atividades. Ler +
É um instrumento de planejamento ambiental, tendo a função de ordenar a ocupação do solo no sentido de evitar ou, pelo menos, contribuir para as ações corretivas e preventivas contra possíveis problemas ambientais, proporcionando o desenvolvimento sustentável das cidades. Ler +